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Nova Friburgo, RJ, Brazil
Especialista em Fisioterapia Neurofuncional / Mestranda em Terapia Intensiva

segunda-feira, 2 de julho de 2012


Asma ainda mata 2,5 mil pessoas por ano no Brasil.22/06/2012
Doença alcança mais de 22 milhões de brasileiros.

Na quinta-feira, 21 de Junho, foi celebrado o Dia Nacional da Asma, doença que alcança mais de 22 milhões de brasileiros, segundo dados da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia. Apesar de ser controlável por tratamento, que é oferecido gratuitamente na rede pública, a doença ainda mata cerca de 2,5 mil pessoas por ano, de acordo com o Ministério da Saúde.

Divulgada nacionalmente, uma complicação de asma matou o filho mais novo do presidente da Embratur, Marcelo Dino, de 13 anos, no dia 14 de fevereiro passado, depois de uma crise quando estava internado no Santa Lúcia, um dos mais conhecidos hospitais privados da capital federal. As circunstâncias da morte foram investigadas pelo Ministério Público do Trabalho e pela Polícia Civil do Distrito Federal.

A asma é uma inflamação pulmonar crônica, multifatorial, transmitida geneticamente, caracterizada por episódios recorrentes de falta de ar, tosse, chiado e aperto no peito. Na maioria dos casos, o problema começa na infância, mas pode surgir em qualquer faixa etária, como explica a alergista e imunologista pediátrica do Hospital da Criança, Cláudia França Valente.

Para prevenir os ataques, a pessoa deve ter cuidado com ambiente onde mora, segundo ela. O local deve ser iluminado, arejado e com a menor quantidade de objetos possível, para impedir a retenção de poeira. A Secretaria de Saúde do DF realizará a partir de amanhã (22), até 29 de junho, a 8ª Semana de Combate à Asma. No evento, serão realizadas palestras educativas para o público em geral sobre a doença.

O pneumologista e professor da Universidade de Brasília (UnB), Ricardo Martins, orienta que, além de cuidar do ambiente e usar os medicamentos, o asmático também deve manter uma vida saudável, se alimentar bem, ter boa qualidade de sono e praticar atividade física. “É uma doença que, apesar de não ter cura, tem tratamento, e os pacientes garantem a qualidade de vida”, explicou.

A alergista Cláudia Valente completa que a atividade física não é só a natação, mas qualquer exercício, como o futebol, a caminhada ou a corrida. “A prática esportiva ajuda porque aumenta a capacidade respiratória e a resistência à crise. Entretanto, a prática do esporte deve ser orientada pelo médico, e só deve ser feita sob a orientação desse profissional, se a asma estiver sob controle”, ressaltou.

Se a doença for tratada adequadamente, o paciente pode deixar de usar a medicação. “É como na hipertensão. O paciente passa pelo tratamento para se chegar ao controle da doença, mas não há cura. Em alguns casos, o asmático chega a deixar de usar o medicamento, mas deve estar sempre atento para que a doença não volte. Quando se está em tratamento, a medicação deve ser usada regularmente”, explicou a médica.

No entanto, caso a doença não seja tratada adequadamente, o paciente pode morrer. “A asma uma doença que pode matar, mas se for bem tratada, isso raramente ocorre”, disse o pneumologista Ricardo Martins.



Fonte: Mídia News

DIRETRIZES PARA MANEJO DA ASMA 2012

http://www.sbpt.org.br/downloads/arquivos/COM_ASMA/SBPT_DIRETRIZES_MANEJO_ASMA_SBPT_2012.pdf

domingo, 1 de julho de 2012


Metabolic syndrome in central Brazil: prevalence and correlates in the adult population

Background

The prevalence of metabolic syndrome (MetS) has increased in developing countries in recent decades. This syndrome, a clustering of metabolic abnormalities, has been correlated to various socioeconomic and behavioral variables. We investigated the prevalence and prevalence ratios (PR) of MetS and related factors in an adult population of the Federal District (FD) of Brazil, which is located in the central region of the country.

Methods

A cross-sectional, population-based study conducted in 2007, with 2130 adults (aged 18 years or older) in the FD of Brazil. Metabolic syndrome was defined according to the recently harmonized criteria. The prevalence of MetS and PR were estimated for each sex according to the diagnostic components and the overall contribution of the selected correlates.

Results

The overall prevalence of MetS was 32.0% (95%CI: 28.9-35.2), with no gender difference. The single component with the greatest contribution to the diagnosis of MetS was hypertension in men (PR 5.10, 95%CI: 3.17-8.22) and high waist circumference in women (PR 5.02, 95%CI: 3.77-6.69). The prevalence of MetS increased significantly and progressively with age and excess weight. In women, higher education was protective against MetS (PR 0.66, 95%CI: 0.49-0.89) compared to 8 or less years of education. There was no association between the prevalence of MetS and behavioral variables studied.

Conclusions

This study provides comprehensive and alarming data about the prevalence of MetS among the adult population of Brazil's FD. The results suggest that reducing education inequalities may be an important public policy goal to improve health outcomes, especially among women.
http://www.dmsjournal.com/content/4/1/20/abstract