Esse blog destina-se a todos os profissionais de saúde que buscam informações sobre UTI,Diabetes, Neurologia e Fisioterapia.
Páginas
Quem sou eu
- Viviane N.L.O Medeiros
- Nova Friburgo, RJ, Brazil
- Especialista em Fisioterapia Neurofuncional / Mestranda em Terapia Intensiva
terça-feira, 26 de junho de 2012
Pressão expiratória final positiva aumenta o estiramento em pacientes com LPA/SDRA.
RESUMO
Objetivo: O objetivo deste estudo foi avaliar os efeitos da pressão expiratória final positiva no estiramento, recrutamento e recrutamento e desrecrutamento cíclico avaliados por tomografia computadorizada
pulmonar em pacientes com lesão pulmonar aguda/síndrome do desconforto respiratório agudo.
Métodos: Trata-se de um estudo aberto, controlado, não randomizado, de intervenção, em pacientes com lesão pulmonar aguda/síndrome do desconforto respiratório agudo. Foram realizados cortes simples
de tomografia computadorizada durante pausas inspiratórias e expiratórias com um volume corrente de 6 ml/kg e níveis de pressão expiratória final positiva de 5, 10, 15 e 20 cmH2O. Medimos as densidades do parênquima pulmonar em unidades Hounsfield e calculamos o recrutamento, recrutamento e desrecrutamento cíclico induzidos pela pressão expiratória final positiva, assim como o estiramento.
Resultados: O aumento dos níveis de pressão expiratória final positiva aumenta de forma consistente o recrutamento e o estiramento globais (p<0,01), o que se correlacionou de forma significante com a pressão de platô (r2=0,97; p<0,01). O aumento dos níveis de pressão expiratória final positiva aumentou sistematicamente a distensão alveolar em todo o eixo esternovertebral.Conclusão: A distensão alveolar é um
efeito adverso da pressão expiratória final positiva que deve ser ponderado em qualquer paciente em relação ao seus potenciais benefícios no recrutamento. Em razão do número reduzido de pacientes, estes dados devem ser considerados como geradores de hipótese e não limitar a aplicação de valores elevados de pressão expiratória final positiva em pacientes com hipoxemia grave.Descritores: Respiração com pressão
positiva; Respiração artificial; Síndrome do desconforto respiratório do adulto; Tomografia computadorizada por raios x.
http://www.rbti.org.br/download/artigo_2012512154959.pdf
Fisioterapia em pacientes críticos adultos: recomendações do Departamento de Fisioterapia da Associação de Medicina Intensiva Brasileira.
A incidência de complicações decorrentes dos efeitos deletérios da imobilidade na unidade de terapia intensiva contribui para o declínio funcional, aumento dos custos assistenciais, redução da qualidade de vida e mortalidade pós--alta. A fisioterapia é uma ciência capaz de promover a recuperação e preservação
da funcionalidade, podendo minimizar estas complicações. Para nortear as condutas fisioterapêuticas nas unidades de terapia intensiva, um grupo de especialistas reunidos pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB), desenvolveu recomendações mínimas aplicáveis à realidade brasileira. Prevenção
e tratamento de atelectasias, condições respiratórias relacionadas à remoção de secreção e condições relacionadas a falta de condicionamento físico e declínio funcional foram as três áreas discutidas.
Além destas recomendações específicas, outro aspecto importante foi a consideração de que a prescrição e execução de atividades, mobilizações e exercícios físicos são do domínio específico do fisioterapeuta e o seu diagnóstico deve preceder qualquer intervenção. D e s c r i t o r e s : E s t a d o t e r m i n a l /
r e a b i l i t a ç ã o ; C u i d a d o s c r í t i c o s ; Comportamento cooperativo
http://www.rbti.org.br/download/artigo_2012510202847.pdf
Ótimo artigo!
Assinar:
Comentários (Atom)